FAKETOWN -- um mundo além do arco-íris

Você sabe onde fica FakeTown? Não adianta ter GPS, não adianta procurar no GoogleEarth, não adianta procurar em nenhum Atlas. Ainda assim, pra que você se localize, pense que FakeTown fica à direita de Tlön e à esquerda de Uqbar. E, enfim, sendo um lugar que nunca está, talvez seja um lugar que nunca será.

10.15.2004

Bibli-ou-teca: Cultura digital e desenvolvimento

Cultura digital e desenvolvimento
Aula Magna proferida pelo ministro Gilberto Gil na USPNova-e. Brasil, 10 de agosto de 2004.

Este é "aquele" texto que começa assim: "

"Nada mais anti-xenófoba, anti-autoritária, anti-estalinista, anti-burocratizante, anti-centralizadora, anti-leviana, anti-estatizante,
anti-dirigista, anti-controladora, anti-intervencionista, anti-concentracionista, anti-soviética, e por isso mesmo profundamente democrática e transformadora, do que as experiências de software livre, do que os projetos de inclusão digital, do que a própria Internet."

...fica assim:

"Nada mais anti-xenófoba, anti-autoritária, anti-estalinista,
anti-burocratizante, anti-centralizadora, anti-leviana, anti-estatizante,
anti-dirigista, anti-controladora, anti-intervencionista,
anti-concentracionista, anti-soviética, e por isso mesmo profundamente
democrática e transformadora, do que as experiências de software livre, do que
os projetos de inclusão digital, do que a própria Internet."

a

"Atuar em cultura digital concretiza essa filosofia, que abre espaço para
redefinir a forma e o conteúdo das políticas culturais, e transforma o
Ministério da Cultura em ministério da liberdade, ministério da criatividade,
ministério da ousadia, ministério da contemporaneidade. Ministério, enfim, da
Cultura Digital e das Indústrias Criativas."

... e termina assim:

"As tecnologias digitais potencializam esse movimento, ao democratizar a circulação da informação. Do ponto de vista ambiental, reduzem o papel dos meios físicos de armazenamento, transporte e difusão de conteúdos, sem sobrecarregar o meio ambiente. Através de programas como a inclusão digital, uma política pública de cultura contemporânea pode ser não apenas compensatória ou inclusiva no sentido tradicional, mas geradora de empregos, renda e felicidade, e, portanto, de um desenvolvimento que, este sim, mereceria dois adjetivos sincronizados: sustentado e positivo.
Este sentido afirmativo deve ser instituído não através de regulamentações, mas de regulações, sempre atentas ao contexto, sempre flexíveis, dinâmicas, que resultem da intensa e constante negociação entre os agentes econômicos, os poderes públicos e os grupos sociais."

Querendo ver a íntegra do texto? http://www.lainsignia.org/2004/agosto/cyt_001.htm